O site Vintagraph tem posters antigos para ver em ótima resolução, e ainda dá pra comprar. Aí em cima tem alguns exemplos, da 1ª Guerra Mundial, da 2ª Guerra Mundial e da Guerra contra a Sífilis.
Num dia úmido e chuvoso como esse, depois da derrota da seleção feminina e ainda por cima tendo matado a academia, a chance de ficar deprê é muito grande. Pra tentar evitar que isso aconteça, tô ouvindo nesse momento o Parallel Lines. E tá funcionando. Lançado em 1978, no começo do fim da New Wave, esse disco resiste como um dos melhores álbuns pop já lançados. Trata-se de uma verdadeira aula de como fazer melodias que entram no ouvido e não saem nunca mais. As letras falam de amor, mas já prevendo a superficialidade das relações que iria dominar a década seguinte. Debbie Harry (a blondie que dá nome à banda) quer se entregar totalmente, mas sabe que para se auto-preservar, isso é impossível. Não dá pra pensar nessa banda sem uma mulher nos vocais. Apesar do tom melancólico das letras, a influência punk combinada com puro pop de FM acaba deixando a gente feliz. Um disco obrigatório. E realmente fora de série.
Abaixo, Heart of Glass, um dos seis singles que saíram do disco.
Na próxima visita a São Paulo pretendo conhecer as novas salas VIP do Cinemark Cidade Jardim. Vou me recostar nas poltronas de couro totalmente reclináveis e apreciar um bom filme, enquanto saboreio uma porção de salsicha alemã com mostarda dijon, um delicioso bolinho de aipim com carne seca e molho cheddar e uma banana foster de sobremesa. Para beber? Soda italiana.
Belíssima coletânea de cenas que tiveram que ser cortadas dos seus filmes no auge do famigerado Código Hays, que tentou zelar pela moral e os bons costumes em Hollywood.