segunda-feira, 7 de julho de 2008

Esse filme vale o seu emprego.


Ontem fui ver Persépolis, no Santander, num festival de filmes que passaram voando nos cinemas de Porto Alegre. Já que o propósito do festival é esse, os filmes deveriam ficar em cartaz durante bastante tempo e em várias sessões. Mas não é o caso. Persépolis fica até o dia 10, e somente às três da tarde. Mas pode perder o seu emprego sem culpa. O filme vale isso. E eu não tô exagerando. Superior à já excelente HQ que a originou, essa animação sobre uma garota iraniana que cresce durante o período turbulento que envolveu a revolução islâmica e a guerra contra o Iraque é de uma criatividade rara, que faz a gente pensar se os elogios à Pixar não são um pouco exagerados. A sensibilidade do filme é européia, e sobra até espaço para uma tiração em cima dos clichês do cinema americano, com direito à clássica Eye of the Tiger. Persépolis é co-dirigido por Marjane Satrapi, que é também a autora da HQ e, como se não bastasse, a personagem principal da história.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Que fim levou Robin?


Esse quadrinho aparece em Batman #84 (Junho, 1954). Alguma dúvida de que o Christopher Nolan fez bem em ignorar o sidekick do morcegão?

Bat-tirinha.


Essa tirinha do Rafael Koff é o início oficial do aquecimento para a estréia de The Dark Knight, dia 18 de julho.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Fasano no Twitter.


Vitor Fasano, assim sem o C mesmo, está no Twitter. A coisa mais divertida da semana até agora é acompanhar o dia-a-dia do sumido astro. É viciante. Sério. Clica aqui se tu não acredita.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Falta pouco.


É no dia 18 de julho. Enquanto isso, a gente vai se contentando com pôsters como esse.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Robôs fofinhos.


Ontem eu vi o tão incensado WALL.E. Não lembro de um lançamento que tenha recebido elogios tão entusiasmados e unânimes. E o filme é, de fato, uma obra-prima. Ou quase. A primeira metade é genial, com apenas dois robôs e uma baratinha vivendo num planeta Terra abandonado e coberto de lixo. Lembra os curtas sem diálogos da Pixar, em versão estendida. Por mim, o filme podia ter ficado assim até o final. Mas, como é de praxe, existe a necessidade de se contar uma história. Aí WALL.E entra para o lugar-comum dos filmes da Pixar. Não me entenda mal: o lugar-comum dos filmes da Pixar sempre foi muito acima do lugar-comum de outros filmes. O problema é que WALL.E se apresenta, no início, como um filme diferente, com uma proposta totalmente nova. E essa proposta vai pro espaço quando os robozinhos...errr...vão pro espaço. Ainda assim, é o melhor filme de 2008 até agora, e os créditos finais são fantásticos. É incrível ver as pessoas se retirando do cinema sem se dar conta de que os créditos continuam contando a história, e de maneira brilhante. Tsc, tsc, tsc.
Da Pixar, ainda prefiro Ratatouille. Mas WALL.E vale o preço de uns três ingressos.

Normalidade.

Foi a lista mais polêmica de todos os tempos. Pelo menos aqui na agência, ela despertou paixões e discussões acaloradas, que quase terminaram em briga. Em comunidades do Orkut, a calculada e provocativa presença do Chris Columbus entre os maiores diretores americanos deixou muita gente nervosa. Mas acho que fiz uma lista coerente e fiquei orgulhoso da repercussão. Ano que vem, como eu já prometi, faço de novo. Mas não vou ficar quase um mês em cima disso. Vai ser uma coisa mais rapidinha, só pra atualizar mesmo. Nesse meio tempo, enquanto eu não colocava posts normais, vi dois filmaços no cinema, que vou só citar, até porque nem estão mais em cartaz: As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian (destinado a se tornar um clássico do cinema infanto-juvenil) e Control (a história do Ian Curtis, do Joy Division). Vi outro ontem, mas esse vai merecer um post logo acima desse.